O ORGULHO EM REALIZAR POR SI MESMO

 O que leva um ser humano a acreditar em si mesmo

 

Possuir o desejo de conquistar, de conseguir, de obter, de realizar, de alcançar os próprios objetivos, independentemente da ajuda de qualquer outro ser, deveria ser uma alternativa de mão única praticada por todos os seres humanos.

Mas os humanos movidos pelo desejo da coisa fácil, possuem uma tendência logística de utilizar os recursos do outro: dos próprios Pais, dos irmãos, dos parentes, dos empregadores e até de terceiros.

 

Então por um lado,

nos deparamos com os seres que despontam em novos horizontes, movidos por uma grandiosa paixão,  não  limitando-se dentro da riqueza ou da pobreza, e movidos por sentimentos exclusivos buscam a todo custo alcançar seus objetivos, sejam eles de ordem econômica, familiar, cultural ou profissional.

Esses muito cedo iniciam uma jornada independente. Deliberadamente, utilizam seus recursos dentro de uma progressão geométrica para suprir toda e qualquer necessidade. São orgulhosos e muito das vezes ambiciosos. Não aceitam uma condução da vida de forma generosa e fundamentada em fontes parasitarias.

Progredirão e deslancharão na educação e na profissão ou como em muitos casos tornar-se-ão empreendedores, conquistando posições de destaque dentro da sociedade moderna.

Sem distinção de área de atuação, sejam empregados, empregadores ou profissionais liberais, serão futuros pilares do crescimento e do desenvolvimento social. Serão distinguidos, copiados e lembrados pela bravura e coragem do “ter feito”.

Farão parte de uma pequena e modesta minoria dentro da população, que busca uma progressão e uma ascensão dentro desse plano carmático, fazendo uso de seu precioso tempo divinamente oferecido através de mais uma oportunidade dentro da roda da vida no plano terrestre.

 

E por outro lado,

onde situa a grande maioria dos seres humanos, estão os acomodados, medrosos, limitados, dependentes, insatisfeitos, preguiçosos, desanimados, desmotivados e o pior altamente invejosos quando se compara com o outro.

Esses normalmente possuem o hábito de culpar os outros por toda sua desventura e infelicidade. Precisam ser empurrados para dar o primeiro passo, e nem sempre conseguem. A baixa estima impera em seu plexo solar.

Acreditam que os outros lhes deve a condução de suas próprias existências, oferecendo-lhes o melhor, por serem eles pessoas necessitadas e desprovidas de recursos.

 

Feito essas considerações,

Não estou buscando classificar você ou você. Estou tentando ressaltar formas de pensar e agir dos seres humanos, para que aqueles que dormem liturgicamente acordem para uma nova disposição, para uma nova vida, e que abram seu coração e sua mente, buscando caminhar com suas próprias pernas, crescendo e ascendendo para um mundo melhor.

Viva feliz e sorridente, orgulhando de si mesmo.

Gerson Ferrari