Em tempos primitivos, antes dos povos da Terra terem se deixado emaranhar nas teias dos retardatários de outras estrelas, a ascensão realizava-se, consciente e solenemente, logo que o indivíduo finalizasse o ciclo de suas encarnações. As emanações de vida permaneciam algum tempo na Terra, isto é, por um período de dois mil anos (quatorze mil anos compõem um ciclo cósmico).
Porém, a ascensão consciente ao reino dos Mestres Ascensionados foi completamente esquecida pela massa dos seres terrenos. Por isso, o
Mestre Jesus deu a todos uma demonstração objetiva da finalidade única de cada um - a ascensão. A humanidade, em sua maioria, considera ainda hoje o exemplo de Jesus como um ato prodigioso, um milagre extraordinário que somente Ele poderia realizar; e acabou esquecendo as Suas palavras: "Crede-o ao menos, por causa das mesmas obras. Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em Mim, fará também as obras que Eu faço, e fará outras ainda maiores, porque Eu vou para o Pai!" (São João, cap. XIV vers. 12).
Jesus, Sua Mãe Maria, o Bem-Amado discípulo João e outros, que naquela época ascensionaram, receberam os ensinamentos, a assistência e as irradiações do Bem-Amado
Serapis Bey e de Sua Irmandade de Luxor, a fim de consumar o chamado milagre da "vitória -sobre a morte".